Esse assunto vem sendo objeto de muita polêmica e várias informações distorcidas nas redes sociais. Reconhecemos os péssimos serviços prestados pela ENEL e a falta de compromisso dessa empresa com a responsabilidade e com a coisa certa.
Conforme explicou o Diretor do sindicato dos eletricitários, Sérgio Canuto, por iniciativa da AAFC, foi criada uma comissão e foram convidados para fazer parte dela representantes do STIEESP e da AEASP. No dia 03 de fevereiro, representantes dessas 03 entidades participaram de uma reunião com o Diretor da ANEEL — Agência Nacional de Energia Elétrica, em Brasília.
Na ocasião, nos foi esclarecido sobre os sérios riscos à sociedade paulistana, aos aposentados/pensionistas e aos ativos, dada a complexidade e as consequências danosas de uma medida como essa. Segundo fomos informados naquela reunião, trata-se de um processo muito difícil e que jamais teve aprovação de caducidade de uma distribuidora de energia elétrica no país.
Também nos foi dito que a caducidade do contrato é muito diferente da venda da concessão, como foi o caso da venda da AES para a própria ENEL, e os efeitos para aposentados/pensionistas e ativos são piores que os de uma retirada de patrocínio.
Essa comissão, formada com a iniciativa da AAFC, manifestou-se naquela reunião e apresentou propostas ao Diretor da ANEEL, que mostrou-se bastante receptivo. As propostas debatidas na reunião foram formalizadas pelas três entidades e remetidas à ANEEL. Bem como, nos colocamos à disposição para colaborar com novas sugestões e dados, para a busca de uma solução que não prejudique os aposentados/pensionistas, funcionários da ativa, nem a sociedade paulistana.
Cuidados com informações distorcidas e “achismos”. O nosso foco é e será sempre a seriedade e empenho na defesa das conquistas e dos direitos dos nossos aposentados/pensionistas.

